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18/10/13  02h27m - Paulo Afonso - BA

Quadrilha com integrantes de Paulo Afonso que roubava bancos gastava milhões com festas e rinhas de galo

Redação
redacao@ozildoalves.com.br


Crédito: PC-AL
Delegados explicam como grupo agia
Delegados explicam como grupo agia

O patrimônio "conquistado" pela quadrilha especializada em assaltos a bancos que atuava em Alagoas, Sergipe e Bahia, e que foi presa na última sexta-feira (11), em uma operação da Deic, é incalculável, segundo a delegada Ana Luisa Nogueira. Os cinco presos foram apresentados em entrevista coletiva à imprensa na manhã desta segunda-feira (14), em Maceió.

 

"Não dá para calcular, mas sabemos que foram milhões. É um dinheiro que vem fácil e vai fácil. Eles gastavam com farras, festas e rinhas de galo", afirmou Ana Luisa.

 

"Graças às investigações, chegamos até esse grupo e descobrimos que eles atuavam há muito tempo nessa área. Mas eles não são os únicos, há outras quadrilhas e temos equipes em diligências para capturá-los", diz a delegada.

 

Na última sexta-feira, foram presos em Piranhas e São José da Tapera, Ângela Maria Estevão Bezerra, 25 anos, e Jair Sandro dos Santos, 27; presos em Canindé do São Francisco (SE), Josenildo Machado Lima, 42 anos, o “Tóia”, preso na cidade de Paulo Afonso (BA), e Josenilton de Sá, de 37 anos, conhecido como “Sapo”, este último apontado como muito violento e segundo na hierarquia da quadrilha. Durante a operação, Jean Lopes, que seria o líder do bando, morreu durante troca de tiros.

 

 

O delegado da Delegacia de Policia Judiciária do Sertão, Robervaldo Davino, ratificou a maneira que o grupo gastava o dinheiro roubado. "Eles chegavam a gastar R$ 10 mil em uma só farra. Chegamos a investigar se havia ligação política e motivação eleitoral nos roubos, mas afastamos essa hipótese", disse.

 

Davino foi veemente sobre a atuação integrada da polícia e Ministério Publico, através da investigação do promotor Luiz Tenório, mas cobrou fiscalizações sobre uso de explosivos, material usado durante os assaltos a bancos.

 

"Já estive reunido com o exército, para que a fiscalização seja intensificada em pedreiras, construtoras, obras como a do Canal de Sertão, que utilizam os explosivos, e que quando esse material for roubado seja imediatamente avisado".

 

"A vulnerabilidade dos bancos à noite e de madrugada é inadmissível. Não vamos tolerar bancos abertos à noite sem uma única vigilância. Assim é muito fácil para os bandidos. Não podem deixar tudo sob responsabilidade da polícia", destacou. Com informações do G1 de AL.


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